Workshop de percussão para sincronia de equipes: case Boticário com mais de 1.035 franqueados

Workshop de percussão para sincronia de equipes pode parecer, à primeira vista, apenas uma atividade musical. No entanto, quando mais de mil pessoas recebem instrumentos e precisam construir um mesmo ritmo, fica evidente que a música exige algo que também é essencial dentro das empresas: alinhamento, escuta e colaboração.

No dia 18 de agosto, a Apito de Mestre foi convidada para realizar um treinamento vivencial durante uma convenção de vendas com a força de vendas e os franqueados do Grupo Boticário, no Hotel Tawaá.

Mais de 1.035 franqueados participaram de uma experiência com bateria de escola de samba desenvolvida para trabalhar uma mensagem essencial para organizações de grande porte: pessoas diferentes podem contribuir para construir resultados na mesma direção.

Além da música, a experiência trabalhou escuta, percepção, responsabilidade e capacidade de ajuste. Dessa forma, os participantes puderam compreender, na prática, como a sincronia de equipes contribui para um resultado coletivo.

Aplicação do Método RITMO®.

Workshop de percussão para empresas: o que uma bateria ensina sobre trabalho em equipe?

Uma bateria de escola de samba é formada por instrumentos diferentes, cada um com uma função específica. Por exemplo, o surdo sustenta uma parte do ritmo, enquanto a caixa e o tamborim acrescentam outras camadas à composição.

Nenhum instrumento precisa abandonar sua identidade para que a bateria funcione. Ao mesmo tempo, todos precisam saber quando entrar, quando sustentar, quando ouvir e quando ajustar.

No ambiente corporativo, a lógica é bastante semelhante. Uma equipe pode reunir profissionais com experiências, responsabilidades e estilos diferentes. Nesse sentido, o desafio não é fazer com que todos sejam iguais, mas criar condições para que essas diferenças contribuam para uma direção comum.

Por isso, um workshop de percussão para sincronia de equipes transforma conceitos como colaboração, comunicação e alinhamento em uma experiência prática.

O problema não é ter pessoas diferentes

Uma organização não precisa transformar todos em pessoas iguais. Pelo contrário, diferentes profissionais precisam compreender como suas responsabilidades se conectam às atividades dos demais.

Uma rede de franquias pode ter unidades com características distintas. Da mesma forma, uma força de vendas pode reunir profissionais com estilos diferentes, enquanto uma liderança trabalha com áreas que enxergam o negócio por perspectivas próprias.

A diversidade, portanto, não é necessariamente o problema. O desafio aparece quando cada parte passa a operar como se o restante do sistema não existisse.

Na música, esse erro é percebido imediatamente. Nas empresas, por outro lado, seus efeitos podem aparecer posteriormente em problemas de comunicação, retrabalho, conflitos e dificuldades de execução.

Como funciona um workshop de percussão para sincronia de equipes?

O workshop de percussão para sincronia de equipes utiliza instrumentos, ritmo e construção coletiva para tornar comportamentos organizacionais perceptíveis.

Em vez de apenas ouvir uma explicação sobre colaboração, o participante precisa colaborar. Além disso, a comunicação deixa de ser somente um conceito, pois cada pessoa precisa observar sinais, ouvir os demais participantes e responder ao grupo.

Na prática, essa dinâmica também permite experimentar o que acontece quando existe alinhamento e, posteriormente, quando ele deixa de existir.

Esse é um dos diferenciais de uma experiência de treinamento vivencial para empresas, já que conceitos abstratos passam a ser percebidos por meio da participação.

Responsabilidade individual dentro do resultado coletivo

Toda construção coletiva começa pela responsabilidade individual. Antes de tocar como grupo, cada participante precisa compreender sua própria função e perceber como ela interfere no resultado.

Qual é meu ritmo? Qual é minha entrada? Qual é minha responsabilidade? Quando preciso agir? Quando preciso ouvir?

Essas perguntas fazem sentido para uma bateria, mas também se aplicam a qualquer equipe corporativa.

Dentro das empresas, nem sempre o problema está relacionado à falta de competência. Muitas vezes, existe falta de clareza sobre papéis, responsabilidades e impactos.

São pessoas qualificadas trabalhando intensamente, mas sem compreender completamente como suas entregas se conectam às atividades dos outros. Como consequência, pode existir muito esforço e pouco ritmo coletivo.

Escuta ativa: uma competência essencial para equipes

Uma pessoa pode executar perfeitamente seu instrumento e, ainda assim, prejudicar o resultado da bateria quando deixa de ouvir o grupo.

Nas empresas, algo semelhante pode acontecer. Uma área pode cumprir seus indicadores e, mesmo assim, criar dificuldades para outra. Além disso, um profissional pode alcançar sua meta e comprometer a experiência do cliente, enquanto uma liderança pode acelerar decisões e gerar desalinhamento na operação.

Por esse motivo, uma das principais provocações de um treinamento corporativo com bateria de escola de samba é:

Você está apenas executando a sua parte ou também está percebendo o que acontece ao seu redor?

Essa diferença é decisiva para equipes que precisam trabalhar com interdependência. Nesse contexto, escuta ativa não significa passividade, mas capacidade de perceber o sistema antes de agir.

Case Boticário: mais de 1.035 franqueados no mesmo ritmo

Existe uma diferença significativa entre realizar uma dinâmica com um pequeno grupo e conduzir uma experiência para mais de 1.035 participantes.

Quanto maior o grupo, maior a necessidade de clareza, orientação, organização, condução e ritmo. Por esse motivo, o próprio tamanho da convenção do Grupo Boticário ajudou a tornar essa metáfora ainda mais evidente.

Se mais de mil pessoas tentarem fazer alguma coisa ao mesmo tempo sem uma referência compartilhada, a tendência é o caos. Quando existe direção, entretanto, as partes começam a se conectar, o som ganha estrutura e o grupo percebe que o resultado também depende do comportamento coletivo.

Isso acontece igualmente em grandes organizações. Em outras palavras, escala sem alinhamento aumenta a complexidade, enquanto escala com alinhamento aumenta a potência.

O que uma bateria de escola de samba ensina para a força de vendas?

Vendas também têm ritmo. Existe o momento de ouvir, apresentar, avançar, ajustar e construir relacionamento.

Um vendedor que apenas fala não necessariamente vende melhor. Da mesma forma, um gestor que apenas cobra não necessariamente lidera melhor. Já uma equipe que corre sem direção também não necessariamente chega mais rápido.

Quando esse raciocínio é levado para uma convenção de vendas, a atividade deixa de ser apenas uma dinâmica e passa a dialogar com desafios concretos da força comercial.

Meta individual não pode eliminar a visão coletiva

Metas são necessárias. No entanto, existe uma questão mais ampla:

O que acontece quando cada profissional passa a enxergar apenas o próprio número?

Uma força de vendas forte precisa combinar responsabilidade individual com consciência do todo. Para isso, é necessário compreender mercado, cliente, marca, estratégia, experiência, relacionamento e resultado.

Assim como em uma bateria, cada participante precisa executar sua parte sem perder a referência do conjunto.

Liderança: o mestre não toca todos os instrumentos

Uma das metáforas mais fortes da bateria está na própria liderança.

O mestre não toca todos os instrumentos. Em vez disso, conduz o conjunto, observa o que acontece, sinaliza os momentos importantes, mantém a referência e realiza os ajustes necessários.

Além disso, cria condições para que outras pessoas executem suas funções com autonomia e responsabilidade.

Esse paralelo é extremamente relevante dentro das empresas. Afinal, quantos líderes desejam autonomia, mas continuam tomando todas as decisões? Quantos pedem protagonismo, mas mantêm o time esperando aprovação para cada movimento? E quantos confundem liderança com controle?

Um líder forte não precisa ser o melhor percussionista da bateria. Na verdade, precisa fazer o conjunto funcionar.

Por isso, liderança não significa carregar todos os instrumentos, mas garantir que cada pessoa compreenda como utilizar o seu.

Aplicação do Método RITMO®.

Treinamento corporativo com bateria: entretenimento ou desenvolvimento?

Essa é uma pergunta importante para profissionais de RH, Marketing, Vendas, Eventos e Compras.

É treinamento ou apenas diversão?

A resposta depende do desenho da experiência. Colocar instrumentos nas mãos de colaboradores não transforma automaticamente uma atividade em desenvolvimento.

Para que exista aprendizado, a experiência precisa ter intenção, metodologia e conexão com os objetivos do encontro.

Antes de realizar uma atividade de treinamento vivencial, é importante entender:

  • Qual comportamento precisa ser trabalhado?
  • Qual mensagem a convenção precisa deixar?
  • Qual desafio existe dentro da equipe?
  • O grupo precisa desenvolver comunicação?
  • Integração?
  • Liderança?
  • Colaboração?
  • Pertencimento?
  • Sincronia?

Dessa forma, o formato passa a servir ao objetivo, e não o contrário.

Engajamento corporativo vai além da diversão

Uma atividade pode gerar fotos, aplausos e vídeos. Tudo isso tem valor; porém, o engajamento corporativo não deve ser medido apenas pelo entusiasmo do momento.

O verdadeiro desafio está em criar experiências que ajudem as pessoas a compreender uma mensagem de maneira diferente.

Uma experiência forte cria memória. Além disso, uma experiência estratégica cria significado.

Como resultado, quando significado e participação caminham juntos, o evento ganha outra dimensão.

Samba-enredo corporativo: uma experiência de criação coletiva

Além do workshop de percussão para empresas, a experiência pode avançar para uma vivência de criação coletiva com samba-enredo autoral para um carnaval corporativo.

Nesse formato, a empresa não recebe apenas uma atração. Em vez disso, participa da construção de uma narrativa.

A história da organização pode virar inspiração, enquanto seus valores podem se transformar em versos. Da mesma forma, um momento estratégico pode ganhar refrão, uma meta pode entrar no enredo e uma campanha pode se transformar em experiência coletiva.

Quando o time participa da criação, a mensagem ganha significado

Existe uma diferença entre receber uma mensagem e ajudar a construir essa mensagem.

No primeiro caso, a pessoa apenas ouve. No segundo, porém, ela se envolve diretamente com aquilo que está sendo criado.

A cocriação gera participação. Consequentemente, essa participação pode fortalecer o pertencimento e mudar a relação das pessoas com o resultado construído.

Por isso, o samba-enredo corporativo autoral pode funcionar como ferramenta de storytelling para convenções, encontros de liderança, celebrações, lançamentos e programas de cultura.

Não se trata simplesmente de colocar uma estética de carnaval dentro de uma empresa. A proposta, na verdade, é utilizar uma linguagem cultural brasileira para contar uma história empresarial com identidade.

Quando um treinamento vivencial faz sentido para uma empresa?

Um treinamento com bateria de escola de samba pode ser aplicado em diferentes momentos corporativos.

Convenções de vendas

Para trabalhar alinhamento comercial, colaboração, execução, energia coletiva e direção.

Encontros de liderança

Para provocar reflexões sobre escuta, responsabilidade, autonomia e condução de equipes.

Team building

Para trabalhar integração e mostrar, na prática, a importância da contribuição individual dentro do coletivo.

Kick-offs

Para transformar uma nova meta, estratégia ou ciclo empresarial em experiência.

Eventos de cultura organizacional

Para conectar valores e comportamentos desejados a uma atividade participativa.

Encontros de franquias

Para trabalhar a relação entre autonomia local e direção compartilhada pela rede.

Ativações de marca

Para Marketing, a experiência pode criar uma memória visual, emocional e sensorial, principalmente quando integrada à narrativa da campanha ou do evento.

Por que uma experiência musical pode ser lembrada depois da convenção?

Existe uma razão simples: uma apresentação pode ser assistida, enquanto uma experiência precisa ser vivida.

Durante a atividade, o participante não recebe apenas informação. Pelo contrário, ele participa da construção, envolve o corpo e precisa responder ao grupo.

Como resultado, a experiência envolve emoção, desafio e percepção coletiva.

É por isso que a música, quando utilizada com método e propósito, pode criar uma lembrança diferente daquela produzida por formatos exclusivamente expositivos.

O objetivo não é substituir os conteúdos estratégicos da convenção. Ao contrário, é potencializá-los e transformar uma mensagem em algo que o grupo consiga associar a uma experiência concreta.

O case Boticário e a força da sincronia

Mais de 1.035 franqueados participaram de uma convenção de vendas com uma bateria de escola de samba e centenas de instrumentos construindo uma experiência comum.

Entretanto, o ponto central não estava nos instrumentos, mas na mensagem que a experiência buscava transmitir.

Uma rede de franquias precisa de pessoas capazes de executar com excelência em diferentes lugares sem perder a identidade e a direção do todo.

Da mesma forma, uma força de vendas precisa de profissionais responsáveis por seus resultados, mas conscientes do sistema ao qual pertencem.

Além disso, uma liderança precisa dar direção sem tentar tocar todos os instrumentos. Ao mesmo tempo, uma equipe precisa compreender que ouvir é tão importante quanto executar.

Em resumo, a bateria consegue demonstrar uma ideia simples: quando cada pessoa toca somente para si, existe ruído; quando todos entendem o ritmo, aparece a força do coletivo.

FAQ: workshop de percussão para empresas

O que é um workshop de percussão para sincronia de equipes?

É uma experiência corporativa que utiliza instrumentos de percussão e construção rítmica para trabalhar temas como comunicação, colaboração, liderança, escuta, integração e alinhamento.

É preciso saber tocar algum instrumento?

Não. A proposta permite que participantes sem experiência musical façam parte da construção coletiva com orientação dos facilitadores.

O workshop pode ser utilizado em convenções de vendas?

Sim. O formato pode ser conectado a objetivos como alinhamento da força de vendas, colaboração, integração, metas, estratégia e cultura.

É possível realizar a experiência com grupos grandes?

Sim. O case apresentado neste artigo envolveu mais de 1.035 franqueados em uma convenção de vendas do Grupo Boticário.

A experiência é apenas entretenimento?

Não necessariamente. Quando existe metodologia, facilitação e conexão com o objetivo corporativo, o ritmo pode funcionar como ferramenta de aprendizagem vivencial.

O workshop pode ser personalizado?

Sim. A experiência pode ser desenvolvida de acordo com o briefing, objetivo estratégico, mensagem da convenção e perfil dos participantes.

É possível criar um samba-enredo exclusivo para uma empresa?

Sim. A vivência de criação coletiva com samba-enredo autoral permite conectar a narrativa musical à história, cultura, campanha ou momento estratégico da organização.

Quais áreas podem contratar esse tipo de treinamento?

Recursos Humanos, Marketing, Eventos, Vendas, Desenvolvimento de Pessoas, Comunicação Interna e agências responsáveis pela produção de convenções corporativas.

Sua equipe está trabalhando junta ou apenas trabalhando ao mesmo tempo?

Essa talvez seja a pergunta mais importante deste case.

Existe uma grande diferença entre presença e sincronia, assim como existe diferença entre participação e protagonismo.

Da mesma forma, executar tarefas não significa necessariamente compreender o impacto da própria execução no resultado coletivo.

Na convenção com mais de 1.035 franqueados do Grupo Boticário, a Apito de Mestre utilizou a bateria de escola de samba para transformar essa discussão em experiência.

Um instrumento sozinho consegue fazer barulho. Por outro lado, uma bateria alinhada consegue construir música.

Nas empresas, o princípio é semelhante: quando as pessoas compreendem seus papéis, escutam umas às outras e trabalham em direção a um objetivo comum, o resultado coletivo ganha força.

Leve o Método RITMO® para sua próxima convenção

Se você é Diretor ou Gerente de RH, Marketing, Vendas, Eventos ou Compras e está planejando uma convenção, encontro de liderança, kick-off ou treinamento corporativo, a Apito de Mestre pode desenvolver uma experiência conectada aos objetivos do seu evento.

Em vez de começar perguntando qual instrumento sua equipe vai tocar, comece com outra pergunta:

Qual comportamento você precisa que sua equipe compreenda na prática?

A partir dessa resposta, é possível construir uma experiência com propósito, participação e significado.

Fale com a Apito de Mestre e conheça os treinamentos corporativos com bateria de escola de samba.

Aplicação do Método RITMO®.

Escolha a experiência ideal para o seu evento.

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