Samba em festa: quem não gosta, bom sujeito não é!

Você sabe de onde vem a tradição de curtir samba em festa? Não?! Então, acompanha essa curiosidade abaixo! 

Em 1940, Dorival Caymmi anunciava “…Ou é ruim da cabeça, ou doente do pé…” mas, calma que esse diagnóstico não é sobre problemas ortopédicos e muito menos psiquiátricos, mas identitários! 

Ou seja, o artista enaltece um dos elementos mais marcantes da identidade nacional, o samba. Ao longo da letra da referida música “Samba da Minha Terra”, Caymmi conta de modo muito bem cadenciado as origens do samba no Brasil.

A saber, a título de curiosidade: não há uma definição precisa do ano em que se fundou o samba, mas há tantas referências que demarcam sua periodização a partir do século xx. 

Sendo assim, a partir desse século, o povo brasileirou musicou histórias do dia a dia e, com a força dos tambores africanos, criou-se um novo ritmo; este intitulado de “Samba de Roda”. Assim, com suas violas, pandeiros e expressões culturais, influenciou o samba carioca.

Além de influenciar o samba carioca, o samba de roda imortalizou, claro, a tradição e herança negro-africana trazidas ainda no período colonial. Hoje, o Samba de Roda é reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Ainda vale ressaltar que antes de chegar na região sudeste, o samba nasceu no nordeste, especificamente na Bahia, mas logo em seguida o bater dos tamborins ganhou malandras melodias nos morros cariocas. Do Oswaldo Cruz, do Estácio e da Mangueira, foi migrando para todo o país. Chegou no Brás, no Bixiga e na Vila Aurora. Da locomotiva do país, o ritmo partiu para conquistar todas as regiões.

Do samba em festa ao samba corporativo 

Além do samba em festa, o samba se faz presente em muitos lugares, como por exemplo em eventos corporativos. Ainda em alusão ao nosso querido Caymmi, pode-se dizer que ele não imaginaria que o “samba da minha terra” encantaria o mundo, mas já sabia que o ritmo faria todo o mundo se bulir. 

Dos antigos sambas de roda africanos às rodas de samba dos botequins, qualquer um pode chegar, cantar, dançar e se alegrar. Tudo é muito  democrático. Arrepiam e fazem bater mais forte até os corações dos desafinados e de quem não sabe dançar. E, sem ao menos perceber, naquela festa da empresa, ou no churrasco dos amigos, qualquer um “fica bom da cabeça” e logo está batucando na mesa ou fazendo um som com uma caixinha de fósforos.

O samba que você quer… e precisa!

Você pode até não gostar de chorinho, de pagode ou, de modo geral, de samba em festa. Pode achar barulhenta a bateria da escola de samba. Mas o fato é que esse ritmo está em muitos lugares. Está nos cavaquinhos que dão o tom, no choro das cuícas e nas histórias de olhares que atacam feito “tauba de tiro ao Álvaro”.

E se a Apito de Mestre chamá-lo para um samba no Brás, pode ter certeza que você não encontrará uma festa vazia e muito menos na porta. Com a gente, o seu evento só terá alegria, diversão e sambistas da melhor qualidade.

Fala a verdade, depois dessa história, temos de concordar com o Caymmi, ao dizer que “Quem não gosta de samba, bom sujeito não é…

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